Consultoria em design
Design estratégico onde música, cultura e tecnologia se encontram.
Gramo desenha e articula ecossistemas criativos. Integrando música, cultura e tecnologia, nossa constante é construir cenários possíveis e buscar soluções plausíveis para os negócios do nosso tempo.
Gramo
Gramo é iuri freiberger.
A música como fundação — o design como prática. Três décadas de trajetória guiadas pela visão sistêmica para estruturar iniciativas, conectar pessoas e resolver desafios de alta complexidade.
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O Vortex é um programa de aceleração de carreiras artísticas voltado à música independente brasileira: uma jornada gamificada que abre nacionalmente, capacita milhares de artistas e afunila até uma residência presencial em São Paulo. Existe para ir além da capacitação pontual — formar muitos para entregar à indústria os poucos que já estão prontos para os maiores patamares de carreira.
A questão
Como impactar a indústria da música com artistas prontos para alcançar os maiores patamares de carreira?
O que a Gramo fez
Concebeu o Vortex e desenhou sua jornada — da abertura nacional, gamificada, ao afunilamento progressivo até a residência presencial em São Paulo. Articulou a parceria que dá corpo ao programa: o Instituto Abramus, que realiza e financia, e a STRM Music, que entra com a plataforma.
Resultado
Case ativo, em construção — primeira edição. Com a parceria firmada, o piloto entrou em operação: inscrições abertas em julho, execução a partir de agosto e ciclo encerrando em dezembro, com residência e showcase em São Paulo. A Fase 1 mira até 10.000 artistas em todo o país.
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A Rocking Gorillas é uma editora musical independente de São Paulo, com catálogo internacional e representação em mais de 25 países. A Gramo foi contratada para o desenvolvimento estratégico do ecossistema do negócio — com a editora como foco central e o selo Gorillas Records como novo tipo de ativo.
A questão
Como expandir uma editora independente consolidada — estruturando um selo como nova frente, fortalecendo o catálogo e dotando o negócio de ferramentas estratégicas e de gestão — sem perder o foco na cena independente que é sua marca?
O que a Gramo fez
Desenvolvimento do ecossistema do negócio, posicionando a editora no centro e o selo como um novo ativo. O trabalho abrange a construção de um catálogo nacional focado em projetar o soft power do mercado independente brasileiro internacionalmente. O escopo inclui também o desenho de ferramentas e plataformas de gestão estratégica (BI, dashboards e modelagem de cenários) e a articulação de conexões fundamentais. Nesse processo contínuo, iuri segue atuando como desenvolvedor de novos negócios.
Resultado
Em construção — case ativo
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O Dissenso é um dos grandes estúdios de São Paulo: um prédio com nove salas interligadas no Bom Retiro, com acústica de padrão internacional, por onde passaram dezenas de artistas de todo o Brasil — do pagode ao gospel, do pop ao rock. À frente dele, há cerca de dez anos, uma empreendedora que domina cada detalhe técnico da casa. Ao completar uma década, o estúdio procurou repensar seu próprio futuro.
A questão
Como um estúdio construído para locação de salas e produção técnica se transforma, sem abrir mão de sua excelência sonora, num polo de produção criativa mais amplo — música, audiovisual, conteúdo, eventos e experiências?
O que a Gramo fez
Consultoria de design e planejamento estratégico, e inovação para reformular o negócio. A leitura propõe mover o Dissenso de um modelo centrado em locação e produção técnica para um polo de produção criativa de excelência — aproveitando também o Dissenso Lounge (espaço multiuso para shows, lançamentos, workshops e eventos) como frente de conexão com o mercado.
Resultado
Entre as proposições em fase de implementação: um clube de assinatura e um sistema de embaixadores — mecanismos de inovação para aproximar o Dissenso, de forma contínua, do mercado criativo brasileiro.
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O Sesc em Minas (Sistema Fecomércio MG) queria um projeto que celebrasse e revelasse a música do estado. A Gramo foi contratada — via uma empresa parceira de Minas — para conceber o formato e a metodologia do que viria a se tornar um festival da canção do SESC mineiro.
A questão
Como desenhar, do zero, um festival da canção que revele novos talentos, valorize artistas com obra e celebre a tradição musical mineira?
O que a Gramo fez
Construiu a metodologia e o formato do projeto — a arquitetura de modalidades (revelação e valorização), curadoria, etapas de seleção, premiação e espetáculo de encerramento. Orientou a construção de todo o programa ao longo de 2025. iuri atuou como Diretor Artístico.
Resultado
A 1ª edição aconteceu em dezembro de 2025, com shows de encerramento no Grande Teatro do Sesc Palladium (BH), homenageando o Clube da Esquina com Wagner Tiso, Toninho Horta e o grupo Cobra Coral. Vinte finalistas, prêmios de até R$ 10 mil, e um modelo de votação que equilibra júri técnico e voto popular. Primeira edição com tendência a continuidade.
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A AIMEC — Academia Internacional de Música Eletrônica — nasceu em Curitiba em 2004 e se tornou a maior e mais premiada rede de escolas de DJs e produtores do Brasil, com unidades pelo país e em Lisboa. Um outro segmento da música: a cena eletrônica. A escola procurou iuri para repensar estrategicamente o negócio.
A questão
Como uma escola consolidada em cursos presenciais se reposiciona para um modelo de formação contínua, à altura das mudanças do mercado e do consumo de educação musical?
O que a Gramo fez
Consultoria de design para a mudança estratégica, com foco na transição para formação contínua. Ao longo de cerca de um ano, conduziu workshops em Curitiba e Campinas para mapear os novos caminhos de negócio.
Resultado
A leitura estratégica apontava para a formação contínua — e foi nessa direção que a AIMEC evoluiu. Em 2025 lançou a E-Cloud, plataforma e hub de soluções para DJs e produtores, que combina comunidade (rede Louder), capacitação (cursos, mentorias, ebooks) e conexão entre profissionais — a materialização do modelo de desenvolvimento contínuo que a consultoria ajudou a desenhar.
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A noodle nasceu como fintech para o mercado da música — um banco para artistas que lançavam fonogramas, álbuns, clipes. iuri entrou como consultor durante a pandemia. Estudando a cadeia da economia criativa e a economia da atenção, fez à noodle uma provocação estratégica: o caminho mais rápido para financiar produção de conteúdo talvez não fosse a música, e sim o universo mais amplo dos criadores digitais.
A questão
Como construir reputação para uma fintech nascente e, ao mesmo tempo, encontrar o mercado certo — aquele em que o modelo de antecipação de receita teria menos risco e mais escala?
O que a Gramo fez
Atuou na construção de reputação da noodle e na leitura estratégica que apontou a virada de mercado: sair da música (onde o risco era maior) em direção à creator economy. Nessa fase, a noodle se plugou ao Impulso 2.0 da UBC, levada pelo iuri para participar do projeto como financiadora e para construir reputação no mercado musical e criativo.
Resultado
A noodle se firmou como uma das fintechs mais inovadoras da economia criativa brasileira — o “banco de bolso” que antecipa em horas receitas que as plataformas levam meses para pagar. Já movimentou mais de R$ 300 milhões em pagamentos a criadores e recebeu aporte seed de R$ 5 milhões liderado pela QED Investors (fundo por trás de Nubank e Creditas).
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A Backstage Productions UK leva grandes artistas brasileiros para turnês na Europa — nomes consolidados como Gal Costa (sua última turnê), Milton Nascimento (sua última turnê), Martinho da Vila, Djavan e Zeca Pagodinho.
A questão
Como construir reputação para uma empresa britânica dentro da indústria brasileira — e usar essa base para criar circuitos de turnê no Brasil que o mainstream ainda não havia explorado?
O que a Gramo fez
Desenvolveu estratégia de design para a empresa e conduziu a construção de sua reputação no Brasil. Em seguida, ajudou a trazer a operação para cá, abrindo caminho para turnês de artistas internacionais e nacionais em circuitos alternativos — rotas e cidades fora do eixo já trilhado pelo mercado.
Resultado
A Backstage passou a operar também no Brasil. Entre os trabalhos, a turnê da cantora inglesa Lianne La Havas e, na sequência, turnês de artistas brasileiros como Criolo, Guilherme Arantes e Adriana Calcanhoto, entre outros, rodando circuitos alternativos.
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Um A&R amigo de iuri, da Warner Music Brasil, se entusiasmou com a ideia de uma aceleradora — afinal, uma major já investe e desenvolve carreiras, papel próximo ao de uma aceleradora. A tese de iuri: concentradas no eixo Rio–São Paulo e sem escritórios regionais, as majors não enxergavam as cenas periféricas que pulsavam Brasil afora — cenas locais com potencial nacional.
A questão
Como uma major pode chegar às cenas periféricas regionais que não consegue ver do seu eixo tradicional?
O que a Gramo fez
A Gramo se tornou um selo dentro da Warner Music para encontrar e desenvolver cenas periféricas. A busca culminou com a parceria entre Gramo e Psica Produções — o movimento neo-cabano de Belém por trás do Festival Psica — dando origem ao selo Psica Gang em 2022.
Resultado
A Psica Gang colocou artistas paraenses no mapa nacional via distribuição Warner. No semestre de estreia, cerca de dez lançamentos, a maioria com videoclipe, com nomes como Layse, Nic Dias, Arthur da Silva e Jeff Moraes ganhando visibilidade. A parceria foi noticiada pela Folha de São Paulo. Parte desses artistas seguiu carreira para além do selo.
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O Projeto Impulso nasceu dos workshops de futuro do ecossistema da música, realizados junto ao Oi Futuro em 2018. A gerente de comunicação da UBC — União Brasileira de Compositores — pediu ao iuri uma ideia para um programa que congregasse novos artistas de todo o Brasil num formato de aceleração, aproveitando a reputação e os relacionamentos da UBC como ponte para a indústria — algo entre chancela e formação. Foi um dos primeiros laboratórios de aceleração e gestão de carreiras para jovens artistas no Brasil.
A questão
Como transformar a reputação institucional da UBC em conexões reais de indústria — criando uma saída concreta para a carreira de artistas novos?
O que a Gramo fez
1ª edição (2019): metodologia específica para a UBC, seleção por edital, três artistas levados à sede da UBC no Rio para workshops, apresentações e conexões de indústria. Mulamba (Curitiba), Romero Ferro (Recife) e Canto Cego (Rio), entre +400 inscritos, um ano de capacitação, mentoria e networking. 2ª edição (Impulso 2.0, 2021–2023): iuri plugou a noodle ao Impulso. Encerramento na SIM São Paulo (jan/2023), com showcase. Finalistas: Doce Delix, Iris da Selva, Laura Schadeck, Martte, Victor Mus.
Resultado
O processo alavancou as carreiras dos artistas e aumentou suas receitas de direitos de execução pública em mais de 400%, em média (1ª ed.). A metodologia virou um ebook gratuito publicado pela UBC.
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Tudo começou em 2018, com workshops conduzidos por iuri no Oi Futuro para estudar o futuro do ecossistema da música no Brasil. Do resultado nasceu o convite para criar um programa de aceleração de carreiras. iuri trouxe uma metodologia de design estratégico que vinha desenvolvendo e a aplicou pela primeira vez aqui — conectando o estúdio Labsônica (Oi Futuro) e a Toca do Bandido, estúdio clássico do Rio.
A questão
Como acelerar carreiras de artistas de todo o Brasil — e como fazer isso quando, na semana do lançamento, o mundo inteiro fecha?
O que a Gramo fez
Concebido em 2020 como experiência presencial (seleção por edital, residências nos dois estúdios). A pandemia chegou junto com o lançamento. iuri migrou toda a metodologia para formato online — formação à distância, preparação para autoprodução em casa, produção audiovisual remota com cuidado sanitário. Culminou num festival online de três dias, com artistas espalhados pelo país, transmitido ao vivo pelo YouTube do Oi Futuro. Metodologia construída em dobro: a original e a adaptada à pandemia.
iuri construiu a 2ª edição para Oi Futuro + Toca do Bandido (saindo antes da execução). Desenhou uma frente extra de formação técnica — inspirada no projeto “Música do Trabalho”, de um amigo português — para alunos de cursos técnicos em produção audiovisual, musical e executiva, no palco do teatro do Sesi.
Resultado
O modelo inspirou uma série de aceleradoras Brasil afora. Festival online, com 21 artistas/bandas, 10 estados; série de lançamentos pelo selo Toca Discos. Promoção e articulação em rede com artistas nacionais. Resultados expressivos na carreira da LuDom.
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A ONErpm — uma das grandes distribuidoras independentes do mundo — queria testar um formato de evento de formação para o mercado da música: gratuito, digital, transmitido ao vivo. iuri foi chamado para assessoria estratégica. Numa sincronia que marcou o tom do trabalho, sugeriu o formato e o nome “academy” — exatamente o que a ONErpm já havia definido internamente.
A questão
Como fazer uma primeira edição funcionar como protótipo — validar o formato, medir a demanda do mercado e ampliar o alcance — pavimentando algo maior e de longo prazo, potencialmente bilíngue e latino-americano?
O que a Gramo fez
Assessoria estratégica ao time da ONErpm: análise e validação da programação pela ótica da experiência de eventos (painéis, workshops, keynotes), e construção da rede de parceiros para propagar o evento e levá-lo a novas audiências — universidades e programas de formação como Unisinos (Produção Fonográfica), Música e Negócios, e o Instituto Cultural Iracema / Centro Cultural Belchior, entre outros. Leitura estratégica do protótipo e recomendações para as próximas edições.
Resultado
Realizado em dois dias, totalmente gratuito e transmitido pelo YouTube da ONErpm, o Academy entregou mais de 20 painéis e workshops com especialistas, com conteúdo atualizado para o cenário de lançamentos digitais na pandemia. A leitura do protótipo apontou o potencial do formato como ferramenta de awareness de marca e de aproximação com novos clientes — e a base de parcerias abriu caminho para ações futuras.
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A Praia de Iracema é um dos territórios mais simbólicos de Fortaleza — e quem cuida da sua vida cultural é o Instituto Cultural Iracema (ICI), organização social que gere o complexo cultural do bairro em parceria com a Prefeitura de Fortaleza. O desafio era pensar esse território de forma mais criativa e sistêmica. A oportunidade foi identificada pela Gramo, que trouxe a Kyvo — consultoria de inovação design-driven de São Paulo — para uma parceria, somando a expertise sistêmica e corporativa da Kyvo ao design estratégico que iuri aplica na Gramo, numa metodologia específica para o setor criativo-cultural.
A questão
Como aplicar design sistêmico — pensado para o mundo corporativo — a um território cultural vivo, mobilizando quem vive no entorno e qualificando a experiência da praia?
O que a Gramo fez
Em parceria com a Kyvo, construiu uma metodologia própria e conduziu workshops com o ICI e os atores do território. O trabalho cruzou mobilidade, identidade, empreendedorismo e a experiência urbana da praia — e fez uma virada de enquadramento, da praia à cidade: deixar de tratar a Praia de Iracema como um trecho de orla para lê-la como um ecossistema criativo de escala urbana, organizado em verticais de atuação e num portfólio de projetos para o território.
Resultado
A leitura “da praia à cidade” pegou. O Instituto Cultural Iracema segue operando a Praia de Iracema como ecossistema cultural, hoje com o Centro Cultural Belchior como âncora de programação contínua. E o “Distrito Criativo Iracema” — uma das frentes do plano em 2019, que a Gramo ajudou a enquadrar — tornou-se visão oficial do território: virou política pública municipal, com a requalificação da Av. Monsenhor Tabosa como corredor criativo em implementação. Foi feito; anos depois, seguiu o próprio caminho.
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Ná Figueredo é um empreendedor da cultura urbana de Belém — moda, música e conexão. Tem fábrica de roupas, design próprio, uma loja colaborativa que reúne marcas urbanas do Brasil inteiro, e um selo/editora musical fundamental para o Pará, que revelou nomes como Dona Onete e Pinduca. Decidiu empreender de forma mais sistêmica e estruturar o que chamou de Núcleo de Conexões.
A questão
Como organizar, dentro do ambiente da loja colaborativa, as muitas atividades possíveis — eventos, bar, restaurante, café, cultura — conectando-as à fábrica (em área externa) sem perder coerência?
O que a Gramo fez
Consultoria para mapear e organizar os tipos de atividade que fariam sentido naquele ambiente, dando forma ao Núcleo de Conexões — articulando varejo, cultura e música num mesmo espaço.
Resultado
Depois de testar diferentes formatos, o Núcleo de Conexões chegou ao modelo que opera hoje (pós-pandemia): a loja como ponto de encontro, com programação cultural e musical regular, atendimento ao público, venda de produtos, e áreas dedicadas a livros e discos.
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A Let's GIG nasceu da transformação de um coletivo cultural de São Carlos — o grupo por trás do Espaço Cultural GIG e do Festival CONTATO — numa agência de música. O gatilho foi a oportunidade de conduzir a carreira de Liniker, então em ascensão. A Gramo entrou nesse momento fundador, para ajudar a converter a energia e a experiência de um coletivo de produção independente numa empresa estruturada de agenciamento e serviços de música.
A questão
Como transformar um coletivo cultural — feito de festival, casa de shows e produção independente — numa agência de booking e gestão de carreiras, à altura de conduzir uma artista em ascensão e de crescer como negócio sustentável?
O que a Gramo fez
Plano estratégico de fundação, a partir de um diagnóstico próprio (SWOT, pesquisa, organograma e mapeamento de fluxos). Duas frentes. Interna: desenho dos fluxos de trabalho, ferramentas de gestão e projeto, plano de negócios e organização da operação, para dar forma e método à nova empresa. Externa: arquitetura dos ativos e serviços que definiriam a agência — booking, gestão de carreiras, editora, selo, branding e internacionalização — e uma estratégia de comunicação que concentra o valor das ações na marca, posicionando a Let's GIG como propulsora de carreiras, não mero agente comercial.
Resultado
O coletivo se consolidou como agência e a Let's GIG se tornou uma das referências da música brasileira contemporânea — com um recorte marcante de diversidade e resistência (identidade negra, LGBTQIA+, mulheres na música, produção fora dos grandes centros). Em seus primeiros seis anos, somou mais de mil shows em 23 países, um disco indicado ao Grammy Latino e três anos consecutivos como melhor escritório de agenciamento no Prêmio Profissionais da Música — chegando a agenciar e produzir shows em todos os continentes. O cast passou por Liniker, ATR, Tuyo, Luedji Luna, e mais recentemente Tulipa Ruiz, Vitão e Rachel Reis.
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Dois irmãos ligados ao setor musical e criativo tinham a demanda de criar um novo uso de predio de cinco andares no 4º Distrito de Porto Alegre — antiga fábrica de enfeites de Natal da família, que perdia sentido diante da concorrência chinesa. Queriam montar um estúdio. Chamado como consultor, iuri enxergou ali algo maior: não um estúdio de música, mas um hub criativo — no exato bairro que viria a se tornar o distrito criativo da cidade.
A questão
O que fazer com um edifício industrial ocioso e uma família sem repertório no setor criativo — num bairro em plena transformação?
O que a Gramo fez
Estruturou uma investigação de design estratégico para fundamentar a operação — primeiro do estúdio, depois do hub. A leitura apontava para um hub criativo, formato que já se multiplicava no mundo: em 2016, uma missão ao Reino Unido via British Council levou iuri a visitar centros culturais e hubs onde processos criativos semelhantes já operavam, fundamentando o modelo. Trouxe conexões (incluindo um consultor de Nova York) e ajudou a desenhar o modelo que atraiu um CEO português e, em seguida, dezenas de empresas. O 4º Distrito recebeu forte atuação pública para se firmar como distrito criativo.
Resultado
O estúdio mudou de forma ao longo do tempo, mas a Fábrica do Futuro segue como hub das indústrias criativas no RS — hoje concentrando empresas de música, entretenimento, produção de conteúdo e marketing.
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Artistas em momentos distintos — do início absoluto à virada nacional — precisando estruturar carreira e encontrar seu lugar no mercado.
O que a Gramo fez
Planejamento estratégico de carreira, conduzido caso a caso — posicionamento, metas e conexões. O resultado fala por si nos destaques abaixo.
Destaques
Julia Guedes2023–2024Neta de Beto Guedes, começou do zero — nunca havia entrado em estúdio — e, com o UltraLeve, projeto que a Gramo concebeu para ela, firmou-se como protagonista de uma releitura do Clube da Esquina para a sua geração, até o disco de estreia, hoje pronto para lançamento.
InstagramJéf2015–2016Estruturação da carreira após a vitória no Breakout Brasil, reality da Sony que buscava revelar novos artistas, com participação no SXSW (Austin) e lançamento de álbum; Jéf seguiu até se tornar um dos principais compositores do país, hoje no time da Midas, de Rick Bonadio. Consultoria feita junto com o empresário Ilton Carangacci.
InstagramSelvagens à Procura de Lei2011Plano estratégico nos primeiros passos da carreira; a banda virou um dos principais nomes do rock brasileiro, com passagens por Lollapalooza e Rock in Rio e quatro álbuns de estúdio.
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